As lâmpadas incandescentes utilizam a electricidade para aquecer um filamento de tungsténio que brilha com uma luz suave. Essa luz é agradável à vista porque a sua tonalidade quente imita a luz do Sol da tarde. Porém, estas lâmpadas não são eficientes; a maior parte da energia eléctrica transforma-se em calor, e não em luz. Muito mais eficientes e duradouras são as lâmpadas fluorescentes, que utilizam os raios ultravioletas para fazer que um revestimento fluorescente brilhe dentro da lâmpada. Mas há inconvenientes. As lâmpadas fluorescentes tradicionais emitem uma luz fria e azulada que pode provocar fadiga ocular. Além disso, não emitem a luz continuamente: tremeluzem cerca de 120 vezes por segundo. Embora não perceptível à vista, este tremeluzir pode causar dores de cabeça ou enxaquecas em algumas pessoas. Um tremeluzir irregular de lâmpadas defeituosas pode desencadear ataques epilépticos em pessoas vulneráveis. Os filtros que se colocam sobre as lâmpadas fluorescentes podem reduzir o brilho intenso e aumentar as cores quentes do espectro que as lâmpadas fluorescentes brancas não têm, criando uma luz parecida com a luz solar. Ainda melhores são as lâmpadas de espectro completo, que emitem uma luz que se parece com a luz natural do Sol. Instaladas numa sala onde … Continue a ler Quais as melhores lâmpadas?
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